«Le problème du cycle du Pseudo-Robert de Boron. Lecture d'un itinéraire critique: de Paulin Paris à Fanni Bodganow»


Autor Gracia, Paloma

Título Le problème du cycle du Pseudo-Robert de Boron. Lecture d'un itinéraire critique: de Paulin Paris à Fanni Bodganow

Otros autores P. Gracia - A. Casais

Título revista/libro Le roman arthurien du Pseudo-Robert de Boron en France et dans la Pénisule Ibérique

Ciudad Berlin

Editorial Peter Lang

Año 2020

Páginas 207-229

Colección Studien zu den romanischen Literaturen und Kulturen / Studies on romance literatures and cultures, 10


Resumen
Percurso histórico acerca da ideia da existência de um ciclo posterior à Vulgata do Lancelot-Graal, atribuído ao Pseudo-Robert de Boron, desde as primeiras constatações da sua suposta existência. O ponto de partida é constituído pelo estudo levado a cabo, em 1869, por Paulin Paris sobre ms. Add. 38117 da British Library, também conhecido como ms. Huth, e da versão que este contém da Estoire de Merlin e de uma suite, que divergia da do ciclo da Vulgata. Desde então, sucessivos especialistas consideraram a possibilidade de reconstruir um ciclo posterior ao do Lancelot, caso de Gaston Paris, H. Oskar Sommer, Eugène Vinaver ou Fanni Bodganow. A partir do momento em que surgiram as suas primeiras publicações a este respeito, a proposta desta última investigadora, que concebeu um ciclo em três partes, composto entre 1235 e 1240, que seria posterior à primeira versão do Tristan en prose, mas anterior à segunda versão desta obra e ao Palamède, condicionou o debate, seja no sentido do seguimento das suas hipóteses, como fez maioritariamente a crítica ibérica, seja para as rebater. A autora do presente artigo adota, no entanto, uma postura crítica a respeito da teoria de Bodganow, chegando a questionar a pertinência da aplicação do conceito de ciclo aos textos da Post-Vulgata

Loading